Por uma indústria canábica livre de preconceitos

January 22, 2018

A maconha sempre foi vista com muito preconceito pela sociedade, que também está repleta de outros tabus que são ainda mais visíveis no mercado de trabalho. Afinal, mulheres continuam ganhando menos do que os homens, negros ainda são vistos com raridade em cargos de chefia e de destaque, e homossexuais convivem diariamente com piadas sobre sua sexualidade em ambientes com predominância masculina.  

 

A indústria canábica, que está tendo seu primeiro boom, e trazendo consigo muitos jovens dispostos a empreender no ramo, mas também muitos outros se qualificando para ocupar os diversos espaços de trabalho que o mercado da planta já começa a exigir, pode e deve lutar para mudar essa realidade dentro do mundo dos negócios, deixando um legado positivo para as futuras gerações. Até porque, embora a gente saiba que aconteça, não faz nenhum sentido que alguém que consome, e trabalha com algo que foi proibido por preconceito ao longo dos últimos anos, continue reproduzindo preconceitos tão retrógrados.

 

A presença das mulheres, representando quase 40% do mercado, já vem chamando a atenção de maneira positiva, enquanto alguns programas visam a inserção maior de imigrantes latinos e negros nas vagas em aberto. É possível uma indústria canábica igualitária e responsável, que quebre não somente os paradigmas referentes à planta, mas também do mundo corporativista.

 

 

 

 

 

 

 

Guilherme Darros

 

Jornalista, e produtor de conteúdo canábico.

 

Lutando pela legalização em meio à muita fumaça e brisadas.

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