Hora de esverdear São Paulo com a Marcha da Maconha 2018

May 24, 2018


Ao longo de todo o mês de maio, diversas capitais e cidades brasileiras tiveram suas ruas esverdeadas e enfumaçadas com a realização das Marchas da Maconha, que a cada ano crescem mais e recebem mais apoios da população que também está cansada da fracassada guerra às drogas.  E o último final de semana do mês, mais precisamente este sábado, dia 26, vai ser o dia de uma das maiores manifestações canábicas não só do Brasil, mas da América Latina e do mundo, que é a Marcha da Maconha de São Paulo.

 

A concentração será no MASP, como ocorreu nos anos anteriores, a partir das 14 horas. Depois rola aquela tradicional queimada de largada e a marcha em si que passa por diversas vias da cidade. Completando 10 anos de história ocupando as ruas da maior metrópole do país, a Marcha da Maconha pede não só o fim da guerra às drogas, mas também liberdade para usuários presos, acesso universal a cannabis enquanto medicamento e recreação, o fim da violência policial, do machismo, e o do racismo.

 

 

A adesão de outras pautas, através de vários blocos dentro da própria Marcha, busca valorizar a diversidade da cultura canábica. “A Marcha de 2018 será marcada não só pelo crescimento do público, mas também pela quantidade de Marchas regionais que emergiram de locais mais afastados do centro e que sentem muito mais as consequências da guerra às drogas: as periferias. Ela vem reunindo outras lutas, se tornando uma "marcha de convergência". Ao falar de guerra às drogas devemos lembrar que outros debates são inseparáveis, como o racismo institucional, violência policial, autonomia sobre o próprio corpo e escolher o que usar. A Marcha é sobre tudo isso!”, explica a ativista Tali Coelho que faz parte da diretoria expandida da ACuCa – Associação Cultural Canábica de São Paulo, e co-fundadora da produtora de eventos canábicos Tchozen.

 

No ano passado foram cerca de 100 mil pessoas, e a expectativa para este ano é que seja ainda maior, assim como já aconteceu em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, e outros estados, e a galera da Ultra420 vai estar lá junto com o mascote Iko, fazendo aquela fumaça pela legalização.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Guilherme Darros

 

Jornalista, e produtor de conteúdo canábico.

Lutando pela legalização em meio à muita fumaça e brisadas.

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